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O projeto Amigos da Demência, desenvolvido em Santos, foi apresentado pelo Global Dementia Observatory (GDO), plataforma vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), como uma iniciativa pioneira na adaptação do movimento global Dementia Friends ao contexto brasileiro.

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A publicação destaca a atuação do projeto em diferentes setores da comunidade e os resultados alcançados em seu primeiro ano, quando 971 pessoas participaram das sessões de conscientização. Entre os participantes avaliados, foram observados avanços no conhecimento sobre demência, na compreensão sobre como se comunicar e apoiar pessoas com demência e nas percepções relacionadas à condição.

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A matéria também ressalta o potencial de iniciativas comunitárias e intersetoriais para ampliar a conscientização, reduzir o estigma e contribuir para a construção de comunidades mais inclusivas e preparadas para acolher pessoas com demência e suas famílias.

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Leia a matéria completa no Global Dementia Observatory.
 

​​​​​​​​​​​​​​​O projeto Amigos da Demência participou do programa FOCOS – Fortalecimento das Capacidades de Organizações e de Agentes Sociais de Mudança, uma formação em advocacy dirigida a lideranças que atuam com demência em diferentes regiões do país, promovida pela Febraz, que culminou com a elaboração deste parecer técnico para a construção política e o alinhamento das estratégias em defesa da Política Nacional de Cuidado Integral às Pessoas com Demência. Para acessar o documento, clique aqui.

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Amigos da Demência chega ao Brasil para reduzir o estigma e promover a inclusão

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Site Portal do Envelhecimento — Publicado em 23 de setembro de 2025

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O projeto Amigos da Demência foi destacado pelo Portal do Envelhecimento como uma iniciativa que busca “reduzir o estigma e promover a inclusão de pessoas com demência”.

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Segundo a reportagem, o projeto é inspirado em experiências internacionais e tem como objetivo “sensibilizar a sociedade sobre o tema do envelhecimento e da demência, aproximando profissionais de saúde, cuidadores, familiares e a comunidade”.

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O texto também ressalta que o projeto “faz parte de um movimento internacional, já presente em mais de 60 países” e que sua implementação no Brasil ocorre por meio de uma parceria entre pesquisadores da UNIFESP e instituições dedicadas à saúde e ao envelhecimento.

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Por fim, a matéria enfatiza a importância de “ações educativas e comunitárias, como palestras e campanhas de sensibilização, que buscam fortalecer o papel da sociedade na construção de ambientes mais acolhedores e inclusivos”.

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Leia a matéria completa no site do Portal do Envelhecimento

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